Plataformas virtuais livres

Seguindo a lógica dos softwares livres, o Coletivo 103 elaborou quatro plataformas virtuais livres, de construção colaborativa, para o fortalecimento e nivelamento das ações de coletivos e grupos culturais de Viçosa. São elas: Compacto. Mapeamento de Artistas e Agentes Culturais – #ViçosaCompacto. Calendário Cultural Viçosense 2012Compacto. Onda – #Viçosa, idealizado para a divulgação em bloco da cena cultural local, e Compacto. Formação Livre – #Viçosa, que visa divulgar cursos e oficinas artísticos livres.


Livre de e para quê?

Poder executá-lo para qualquer propósito, ter liberdade para estudá-lo, adaptá-lo as suas necessidades, não ter gastos com sua licença de uso e poder redistribuir cópias suas para que toda uma comunidade se beneficie são predicativos básicos de um software livre.

Softwares livres são desenvolvidos em redes globais de colaboração tecnológica, através da colaboração de usuários e desenvolvedores de softwares de todo o mundo. Especialistas no assunto dizem que algumas das vantagens desse processo colaborativo de construção são sua estabilidade e segurança de caráter internacional – comprovados por organizações públicas e privadas de vários países.

Contudo, engana-se quem pensa que só por que um software é livre ele não é “comercial”. Livre significa que o programa deve estar disponível, inclusive, para uso comercial, desenvolvimento comercial e distribuição comercial.

Fonte: Projeto GNU